|
O melhor governo é
aquele que intervém menos, é o que
limita menos, é o que dita menos leis e
obrigações.
O melhor governo, portanto, é aquele
que absolutamente não governa
Os governos como os conhecemos no mundo real,
não existe para servir à população,
mas para moldá-la e contê-la de acordo
com interesses de uma minoria.
Em
Vologândia é diferente, aqui o governo
serve aos cidadãos da Província
e zela pela ordem dos trabalhos da cooperativa.
No meio do século XIX, Henry D. Thoreau,
em seu livro "A Desobediência Civil",
ele próprio dizia, "o melhor governo
é o que menos governa", ou, ainda
melhor, "o melhor governo é o que
não governa de modo algum". Quem deve
governar somos nós.
O que vemos nas palavras desse visionário
que influenciou, Mahatma Gandhi, Leon Tolstoi,
Martin Luther King
e tantos outros, e nos faz refletir e questionar
sobre o mundo real é o seguinte:
"Não será possível um
governo em que a maioria não decida virtualmente
o que é certo ou errado?
No qual a maioria decida apenas aquelas questões
às quais seja aplicável a norma
da conveniência?
Deve o cidadão desistir da sua consciência,
mesmo por um único instante ou em última
instância, e se dobrar ao legislador?
Por que então estará cada homem
é dotado de uma consciência própria?"
Na Província Vologândia em primeiro
lugar vem o ser humano. Em segundo lugar o respeito
aos direitos desses seres humanos. A única
obrigação que temos direito de assumir
aqui é fazer o que bem quisermos sem prejudicar
os demais.
"A lei nunca fez os homens sequer um pouco
mais justos."
Em Vologândia o Amor é a lei, mas
amor sob vontade.
Em Vologândia não existe impostos
e até as doações são
opcionais, doa quem desejar doar.
Vologândia tem um governo de fato, eleito
por merecimento através do esforço
próprio de cada um dos candidato e de suas
decisões individuais, não um governo
da maioria que chega ao Poder através de
votos.
Parece utopia? Experimente. Venha para Província
e faça parte do governo de Vologândia.
"Mais do que amor, do que dinheiro, do que
religião, do que fama, do que justiça,
me dê a verdade." ( Thoreau )
|